“As mulheres sejam submissas ao seu próprio marido, como ao Senhor;” [Ef 5.22]
Quando pensamos em uma mulher cheia do Espírito, é possível que diversas ideias venham à nossa mente; talvez, alguns, pensem naquela mulher ativa nos ministérios da igreja, realizando toda sorte de atividades, encabeçando diversos ministérios. É possível que alguns pensam que a mulher cheia do Espírito seja a “pastora”, figura conhecida em muitas igrejas de nosso tempo; ela está lá, à frente da igreja, muitas vezes sendo mais proeminente do que seu próprio marido. Quem sabe há pessoas que imaginam a mulher cheia do Espírito como sendo aquela mulher cristã que lidera uma grande empresa ou é uma empreendedora de sucesso.
Mas que tal pensar que uma mulher cheia do Espírito é aquela que é submissa ao seu marido? Pois é, quando Paulo pensou em uma mulher cheia do Espírito, ele pensou em uma mulher submissa ao seu marido, como ao Senhor. De fato, o enchimento do Espírito leva-nos à submissão a Cristo; e no caso da esposa, à submissão ao marido.
Numa cultura como a nossa, onde cada vez mais a mulher tem sido colocada em lugar de destaque, assumindo papéis relevantes na sociedade, devemos nos atentar naquilo que a Palavra de Deus coloca diante de nós. Eu sei dos casos em que a mulher precisou assumir às rédeas do lar; sei de tantas outras mulheres capacitadas a estarem onde estão, a realizarem o que realizam.
Mas, em diversos casos, e até mesmo na igreja, cristãos têm perdido a real perspectiva do ensino bíblico sobre esse assunto. Até mesmo nas igrejas cristãs, mulheres têm sido incentivadas a liderar, a se envolver com ministérios na igreja, a serem “pastoras”, sem serem lembradas daquilo que Paulo menciona em Efésios 5.22.
Portanto, se queremos mulheres cheias do Espírito na igreja, comecemos pela submissão a Cristo e, consequentemente, ao próprio marido.
Pr. Ricardo